Configuração: acentuação no Linux Ubuntu 11.10 virtualizado no Macbook

Configuração do teclado para acentuação em português, usando Linux Ubuntu versão 11.10 virtualizado num Macbook.

I – Introdução

Neste post publico uma solução que tive que desenvolver para usar acentuação.

Eu tenho um Macbook Pro e tenho o Linux Ubuntu versão 11.10 virtualizado no equipamento.

Portanto, para quem é usuário de um Macbook, já sabe que o teclado é padrão americano, e no Linux Ubuntu 11.10, essa configuração para acentuação em português, não vem como padrão.

Vamos a sequência de comandos usando o terminal (prompt) do Linux.

II – Principais tecnologias usadas neste artigo

  • Linux Ubuntu 11.10

III – Sequência de passos para configuração

Passo 01.

$ setxkbmap us -variant intl

  • Apenas com o comando acima, já é possível verificar que o teclado já responde às acentuações.
  • Tente o ç (cedilha) por exemplo: teclas ‘ (apóstrofe) + c (letra c)

Passo 02.

  • Além disso temos que deixar esta solução de acentuação permanente.
  • Quero dizer, se sairmos do Linux e entrarmos novamente, esta configuração será perdida.
  • Para deixar a configuração de acentuação permanente:
    • Adicione a seguinte linha no final do arquivo “.profile” que está na pasta “~/” e salve o arquivo:
      • setxkbmap us -variant intl
    • Vamos ao passo a passo:
      • Para editar este arquivo você terá que usar o comando “sudo”.
      • Por exemplo, se você usar o editor “vi” para editar o arquivo, ficará assim:
        • $ sudo vi ~/.profile
        • Informe a senha que o comando “sudo” solicita
        • Vá para a última linha deste arquivo e acrescente a linha “setxkbmap us -variant intl”
        • Salve e saia do editor com o comando:
          • :wq (dois pontos + w + q)

IV – Testando a Acentuação

  • Para testar, saia (shutdown) do Linux e carregue novamente.
  • A acentuação deve permanecer.
  • Este artigo foi escrito usando essa configuração 😉

Pronto!
Configuramos o teclado no Linux Ubuntu versao 11.10 para aceitar o teclado de um Macbook, padrão americano e permitir acentuação em português.

V – Referências e Créditos

(1) http://blog.intermol.com.br/category/nix/

VI – Complemento para usuários do Linux Lubuntu

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Instalação do editor Vim para Rails no Ubuntu 11.10

Instalação e configuração do editor de textos Vim para desenvolvimento em Ruby On Rails no Linux Ubuntu versão 11.10.

I – Introdução

Neste post vamos instalar o editor de programas Vim para desenvolvimento em Ruby On Rails no Linux Ubuntu versão 11.10.

Vamos a sequência de comandos usando o terminal (prompt) do Linux.

II – Principais tecnologias usadas neste artigo

  • Linux Ubuntu 11.10
  • Ruby 1.9.3
  • Rails 3.1.1
  • Vim

III – Sequência de passos para instalação

Passo 01.

$ vim –version
$ cd ~
$ sudo aptitude install vim
$ vim –version

Passo 02.

  • Vamos usar a configuração que o Akita (1) criou, e está disponível no github (2):

$ git clone git://github.com/akitaonrails/vimfiles.git ~/.vim
$ cd ~/.vim
$ git submodule update –init

  • Talvez o erro abaixo ocorra:

fatal: reference is not a tree: 5ac7bda6c8677639155bd9a267aa1a20cd4e7881
Unable to checkout ‘5ac7bda6c8677639155bd9a267aa1a20cd4e7881’ in submodule path ‘bundle/Command-T’

  • Caso aconteça o erro acima, execute os seguintes comandos:

$ git rm bundle/Command-T –cache
$ git submodule update –init

Passo 03.

  • Agora você deverá criar os arquivos vimrc e gvimrc:

$ echo “source ~/.vim/vimrc” > ~/.vimrc
$ echo “source ~/.vim/gvimrc” > ~/.gvimrc

Passo 04.

  • Execute o comando abaixo:

$ cd ~
$ sudo apt-get install exuberant-ctags ncurses-term

Passo 05.

  • Este item é opcional.
  • Faça este item caso queira que o gerenciador de arquivos (chamado Nerd Tree), abra automaticamente ao carregar o Vim.
  • Para isto adicione as seguintes linhas ao arquivo “~/.vimrc”:autocmd VimEnter * NERDTree
    autocmd VimEnter * wincmd p

IV – Testando o Vim

  • Crie ou use uma aplicação em Ruby On Rails para testar o editor Vim.
  • Se você não tem o Rails instalado, siga o seguinte tutorial para instalação e configuração do Rails no Linux Ubuntu: Instalação do Ruby On Rails 3.1.1 no Linux Ubuntu 11.10 (3)
  • Para testar o Vim, entre numa aplicação.  Por exemplo, a aplicação People:

$ cd ~/people
$ vim

Pronto!
Instalamos e configuramos o editor Vim para ser usado para programação em Ruby On Rails no Linux Ubuntu.

V – Referências e Créditos

(1) http://www.akitaonrails.com/
(2) https://github.com/akitaonrails/vimfiles
https://github.com/akitaonrails/vimfiles/issues/86
(3) Instalação do Ruby On Rails 3.1.1 no Linux Ubuntu 11.10

Instalação do Ruby On Rails 3.1.1 no Linux Ubuntu 11.10

Instalação do ambiente de desenvolvimento do Ruby On Rails versão 3.1.1 no Linux Ubuntu versão 11.10.

I – Introdução

Neste post vamos instalar o ambiente mínimo necessário para o desenvolvimento de aplicações web usando o framework Ruby On Rails.

De maneira mais específica, o presente artigo trata da instalação do Ruby versão 1.9.3 e do Ruby On Rails versão 3.1.1 no Linux Ubuntu versão 11.10.

Também testei, com sucesso, o mesmo modelo de instalação usando o Linux Ubuntu versão 11.04. Vamos a sequência de comandos usando o terminal (prompt) do Linux.

II – Principais tecnologias usadas neste artigo

  • Linux Ubuntu 11.10
  • Ruby 1.9.3
  • Rails 3.1.1

III – Sequência de passos para instalação

Passo 01.

  • Neste artigo em especial vamos usar o instalador de pacotes aptitude.
  • O instalador apt-get poderia ser usado, mas considero que o aptitude tem uma qualidade um pouco melhor.

$ cd /
$ aptitude –version (versão do aptitude que você está usando)
$ sudo apt-get update
$ sudo apt-get upgrade (aguarde)
$ sudo apt-get install aptitude
$ sudo aptitude update
$ sudo aptitude upgrade
$ aptitude –version (versão do aptitude que você está usando)

Passo 02.

  • Instalação do git e do curl

$ sudo aptitude install build-essential git-core curl
$ git –version
$ curl –version

Passo 03.

  • Instalação do RVM.
  • O RVM é um gerenciador de versões. Ele permite que seja possível usar várias versões do Ruby.
  • Permite instalar, gerenciar e trabalhar com múltiplos ambientes Ruby, e conjunto de gems.

$ bash -s stable < <(curl -s https://raw.github.com/wayneeseguin/rvm/master/binscripts/rvm-installer)

  • Se você já tem o RVM instalado, faça os passos abaixo para atualiza-lo:
    $ rvm -v (versão do RVM que você está usando)
    $ rvm get latest ## se aqui aparecer erro, execute “rvm update –head”
    $ rvm reload
    $ rvm -v (versão do RVM que você está usando)
  • Mude o seu arquivo ~/.bashrc para que a ultima linha fique assim:
    [[ -s “$HOME/.rvm/scripts/rvm” ]] && source “$HOME/.rvm/scripts/rvm” # Load RVM into a shell session *as a function*
  • Feche e abra a tela do terminal novamente.

$ cd /
$ rvm -v (versão do RVM que você está usando)

Passo 04.

  • Agora vamos instalar vários pacotes necessários ao ambiente

$ sudo aptitude install build-essential openssl libreadline6 libreadline6-dev zlib1g zlib1g-dev zlib libssl-dev libyaml-dev libsqlite3-0 libsqlite3-dev sqlite3 libxml2-dev libxslt-dev autoconf libc6-dev ncurses-dev automake libtool bison
$ rvm pkg install zlib
$ sudo aptitude install zlib1g-dev
$ sudo aptitude install libsqlite3-dev

Passo 05.

  • Instalação do openssl

$ rvm pkg install openssl (vai demorar um pouco)

Passo 06.

  • Instalação do Ruby versão 1.9.3
  • Para verificar a versão atual acesse: http://www.ruby-lang.org/en/downloads/
  • Para instalar o Ruby vamos usar o RVM, o gerenciador de versões Ruby, instalado anteriormente.

$ rvm install 1.9.3 (vai demorar)
$ rvm list
$ rvm –default use 1.9.3 (faz com que o Ruby 1.9.3 seja a versão default neste ambiente)
$ rvm list
$ ruby –version (versão do Ruby que você está usando)

Passo 07.

  • Instalação do RubyGems.
  • O RubyGems é um gerenciador de pacotes padrão que vem como parte da instalação do Ruby.
  • Para verificar a versão atual acesse: http://rubygems.org/pages/download

$ gem –version (versão do RubyGem que você está usando. Deve ser versão 1.8.11 ou mais atual)
$ gem update –system
$ gem –version

Passo 08.

  • Crie um gemset default.

$ rvm 1.9.3@rails311 –create –default (é uma boa ideia criar uma gemset específica por projeto)
$ rvm gemset list (para ver as gems que você tem nesta gemset)
$ rvm list gemsets (para ver uma lista das versões de Ruby e gemsets instaladas)
$ gem list (para ver uma lista das gems incluidas na instalação padrão do Ruby)

Passo 09.

$ gem update rake
$ rake –version (Para ver a versão do Rake. O Rake versão 0.9.2.2 vem com o Ruby 1.9.3)

Passo 10.

$ rails –version (Para verificar a versão do Rails)
$ gem install rails –version 3.1.1 –no-rdoc –no-ri (ou “gem install rails”, instala a versão atual mais estável do Rails. Os parâmetros “–no-rdoc” e “–no-ri”, não instalam as documentações e são opcionais)
$ rails –version

IV – Criando uma aplicação para testar a instalação

$ cd ~
$ rails new people
$ cd people

  • Acrescente as linhas abaixo no arquivo Gemfile da aplicação People:

gem ‘execjs’ gem ‘therubyracer’

  • Execute os comandos abaixo:

$ bundle install
$ rails generate scaffold person name:string
$ bundle exec rake db:migrate (*)
$ rails server (*) Lembre-se, é uma boa prática executar “bundle exec rake …” em vez de simplesmente executar “rake”.

  • Carregue o browser, e digite na linha de endereços:

localhost:3000/people

Pronto! Instalamos o ambiente de desenvolvimento Ruby On Rails no Linux Ubuntu. Agora a aplicação People,  funciona em seu browser, permitindo localmente, manipular registros de pessoas e consulta-las.

V – Referências

(1) http://www.compilando.org/wp/programacao/como-instalar-o-rvm-no-ubuntu-11-04-natty
(2) http://babinho.net/2011/05/rails-3-1-beta-on-ubuntu/
(3) http://railsapps.github.com/installing-rails-3-1.html

Small Steps to Ajax

Introdução a série de artigos “Small Steps to”

Nesta série de artigos chamada “Small Steps to”, pretendo mostrar com bastante objetividade, como implementar e usar um determinado recurso numa pequena aplicação em Rails.
Cada artigo da série “Small Steps to” mostrará o uso da técnica sendo aplicada passo-a-passo, de uma tal forma que, no final do artigo, a aplicação estará integrada e funcionando com uma determinada tecnologia.
Nos artigos da série, a aplicação será bem simples. A tecnologia será implementada em pequenos passos (Small Steps) e serão suficientes para que a tecnologia em questão integre-se a aplicação.

E qual o benefício desses artigos ?

  • No final de cada artigo, teremos uma aplicação dedicada somente para aprender como a tecnologia em questão funciona. Poderá ser guardada e usada futuramente como referência, para saber como a tecnologia funciona isoladamente.
  • Útil para saber como a tecnologia se integra ao framework Rails.
  • Programadores que estão começando a conhecer o framework, podem utilizar-se dos artigos como exemplos.
  • Servem como base para novos estudos.
  • Talvez exista mais algum outro benefício que não percebo agora…

Small Steps to AJAX

Tecnologias usadas neste artigo:
Rails 3.0
Ruby 1.8.7
jQuery 1.6.0 (adaptador para Rails)

A tecnologia (ou conjunto de tecnologias) AJAX, vem sendo cada vez mais usadas para aplicação Web. Por conta dessa popularização, integrar AJAX em aplicações Rails está se tornando cada dia mais comum.
Com certeza o programador Rails vai precisar usar esta tecnologia mais cedo ou mais tarde.

AJAX (acrônimo em língua inglesa de Asynchronous Javascript and XML, em português “Javascript e XML Assíncronos”) é o uso metodológico de tecnologias como Javascript e XML, providas por navegadores,…” (1)

E se você ainda não sabe, uma das vantagens de usar AJAX é “para tornar páginas Web mais interativas com o usuário, utilizando-se de solicitações assíncronas de informações.” (1)

Como é característica dos nossos artigos, após esta breve introdução, vamos rapidamente a construção de nossa aplicação em Ruby On Rails, chamada “People”. E para que o uso de AJAX seja possível, vamos usar bibliotecas jQuery.

I – Construção da aplicação People (sem uso do AJAX por enquanto):

$ rails new people

$ cd people

$ rails generate scaffold person name:string

$ rake db:migrate

$ rails server

Após esses comandos, entre na aplicação People.
Use seu browser e digite na linha de endereços: http://localhost:3000/people

Inclua algumas pessoas na aplicação.

Figura 1

Agora, em alguns passos vamos mostrar como utilizar recursos de AJAX, usando a biblioteca
javascript jQuery.

II – Nesta aplicação, vamos implementar a exclusão de registros em AJAX. Siga os passos:

1o. Passo:
# Ajuste o layout em “app/views/layouts/application.html.erb” para que fique da seguinte forma (2):
<!–DOCTYPE html>
<html>
<head>
<title>People</title>
<%= stylesheet_link_tag :all %>
<%= csrf_meta_tag %>
</head>
<body>
<%= yield %>
<%= javascript_include_tag “https://ajax.googleapis.com/ajax/libs/jquery/1.6.4/jquery.min.js&#8221; %>
<%= javascript_include_tag “https://ajax.googleapis.com/ajax/libs/jqueryui/1.8.16/jquery-ui.min.js&#8221; %>
<%= javascript_include_tag “rails.js” %>
<%= javascript_include_tag “application” %>
</body>
</html>

2o. Passo:
# Apague os arquivos em public/javascripts que não usaremos mais (são arquivos da biblioteca Prototype).
# Se você estiver usando sistemas compatíveis com Linux seria:
$ rm controls.js dragdrop.js effects.js prototype.js rails.js

3o. Passo:
# Crie um arquivo vazio chamado rails.js, em public/javascripts/ que será o adaptador jQuery.
# Copie para dentro dele o conteúdo do adaptador jQuery para Rails que está em:
https://raw.github.com/rails/jquery-ujs/master/src/rails.js

4o. Passo:
# Em app/controllers/people_controller.rb, modifique a action destroy da seguinte forma:
def destroy
@person = Person.find(params[:id])
@person.destroy

respond_to do |format|
format.js
format.html { redirect_to(people_url) }
end
end

5o. Passo:
# Crie o seguinte arquivo app/views/people/destroy.js.erb, com o conteúdo a seguir:
/* Ilumina o registro a ser excluído */
$(‘table#person_table tr#’ + ‘<%= @person.id %>’).effect(“highlight”, {}, 600);
/* Elimina o registro fazendo com que ele desapareça gradualmente */
$(‘table#person_table tr#’ + ‘<%= @person.id %>’).fadeOut();

6o. Passo:
# Modifique o arquivo app/views/people/index.html.erb, para que fique assim:
# Obs.1: Note o “:remote => true” abaixo. Isso faz toda a diferença.
# Obs.2: Note o id “person_table” na tag e o id “person.id” na tag .
#        Isso faz com que exista um “link” entre o arquivo “destroy.js.erb” e esta página html.
<h1>Listing people</h1>
id=”person_table”>
<tr>
<th>Name</th>
<th></th>
<th></th>
<th></th>
</tr>
<% @people.each do |person| %>
id=”<%= person.id %>”>
<td><%= person.name %></td>
<%= link_to ‘Show’, person %>
<td><%= link_to ‘Edit’, edit_person_path(person) %></td>
<%= link_to ‘Destroy’, person, :method => :delete, :remote => true,
:confirm => ‘Are you sure?’ %>
</tr>
<% end %>
</table>
<br />
<%= link_to ‘New Person’, new_person_path %>

Pronto! Em apenas seis passos implementamos AJAX, usando bibliotecas javascript jQuery.
Agora a aplicação People, exclui registros de modo assíncrono,  usando recursos AJAX.

Figura 2

Figura 3

III – O que mais poderíamos ter feito ?

1) Para que uma nova aplicação fosse criada sem os arquivos da biblioteca Prototype, poderíamos ter usado o comando:
$ rails new people -J

2) Teríamos o mesmo resultado, mas o uso da gem jquery-rails poderia
ter nos poupado algum tempo: https://github.com/indirect/jquery-rails

3) Os outros métodos de inclusão, alteração e exibição de registros poderiam ser feitos também com recursos AJAX.

IV – Referências:

(1) http://pt.wikipedia.org/wiki/AJAX_(programa%C3%A7%C3%A3o)
(2) http://akitaonrails.com/2010/05/10/rails-3-introducao-a-javascript-nao-obstrusivo-e-responders

G1 – Yahoo vai fechar Delicious, Buzz e Altavista, diz ex-funcionário – notícias em Tecnologia e Games

  • O portal Yahoo deve tirar do ar diversos sites, entre eles os serviços de compartilhamentos de links Delicious e Yahoo! Buzz
  • Além desses também pode ser tirados do ar os buscadores Altavista e AllTheWeb.
  • A afirmação é do ex-funcionário da empresa Andy Baio, criador do serviço Upcoming.org, que tabém estaria na lista dos sites a serem desativados pelo Yahoo.

 

 

via G1 – Yahoo vai fechar Delicious, Buzz e Altavista, diz ex-funcionário – notícias em Tecnologia e Games.

Tumblr Is Down

Tumblr has taken to Twitter to inform followers of what’s afoot: “We’re working quickly to recover from a major issue in one of our database clusters. We’re incredibly sorry for the inconvenience.”

 

 

viaTumblr Is Down.